sexta-feira, 13 de novembro de 2020

CONTABILIZANDO OS PREJUÍZOS


Não sei se por se tratar do ano perdido, ano da pandemia, eu ainda tive uma perda em família, o marido da minha mãe faleceu de COVID dia 23/10/202, estou repassando minha vida e ver o que passou e eu não percebi na contabilidade da vida. Estou digitando minhas poesias que estavam armazenas nos cadernos, estou publicando no site clube de autores. Peguei em vários lugares, minha poesia escrita em papeis de bloco de papel avulso, assinado pelo meu ex marido. Por vários dias não consegui entender, o que ele poderia estar fazendo, copiando minhas poesias, assinando, dobrando o papel e deixando dentro dos meus cadernos. Mas hoje entendi, que assim como as músicas românticas, que ele passava noites salvando no celular, e não era para ouvir comigo, mas com a amante, as poesias ele usava para dar para as moças que ele conquistava, ou tentava conquistar por ai. Cada período que passa eu descubro que para o ser humano ser perverso com outro, ele não tem limites. 
Neste meu balanço, também observei que eu sempre fui desmerecida e desvalorizada pelas pessoas que eu mais me dediquei. Enquanto minha mãe sempre quis apregoar por ai que eu sou ruim e de gênio difícil, ao contrário, as pessoas só usam quem é idiota e não percebe que está sendo usado. Este foi o meu caso. 
Graças a Deus isto tudo aconteceu na minha vida, por que de todas estas situações, Deus me livrou e me trouxe ao lugar de paz antes de eu morrer. Sempre entendi que eu nunca estive só na vida. Mesmo meu entendimento relatar solidão completa, eu entendi que esta parceria divina sempre existiu, e sou grata por isso. 

 

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

MEDO

 



Quem acha que a pessoa que vive sozinha, gosta de viver sozinha, não tem medo, se engana. Solidão não é sinônimo de coragem. Existem momentos que todo seu conhecimento é inútil, todos os seus pontos de vistas são inúteis. Faz falta uma segunda opinião, faz falta uma opinião sincera de quem quer te ver crescer, quer te segurar na mão em momentos de mudanças. Então você olha seu catálogo de amigos, e os mais fieis já se foram para a eternidade. Outros nem são confiáveis, são apenas conhecidos. Então este é o momento do medo. Sim, quando você é sozinho, sente medo. Não é medo de ser assaltada, de ser violentada, de ficar doente, desempregada, nada disto. É medo de necessitar tomar certas decisões que você sabe que é de máxima importância e não sabe para que lado se vira. Sua mente está dentro de uma caixa de todos os anos que você viveu. Sim, a gente precisa de ajuda para sair da caixa. Como confiar no outro? Primeiro precisamos vencer a nós mesmas, vencer o medo e falar, pelo ao menos com uma pessoa, não importa a idade dela. Se jovem, tem coisas novas que não estão dentro da nossa caixa. Se mais velhas, essas pessoas vão nos fornecer ideias que nunca nos serviu de experiência. MAS CUIDADO! Tem pessoas mais velhas que só nos fornece desânimos. O desânimo nos faz desistir sem ao menos tentar. Aumenta o medo. Precisamos aprender a orar antes de escolher, porque Deus vai nos dirigir até a pessoa certa. 

quinta-feira, 25 de junho de 2020

COMPLETEI 56 ANOS DE IDADE


Estamos vivendo a pandemia do COVID 19, Novo Coronavírus. Fiquei em isolamento social, foram 3 meses sem contato social, mas não abri mão dos meus filhos e netos. Como estávamos todos em isolamento, nada temos de errado para transmitir um para o outro. Para mim, que tenho Transtorno Bipolar de Humor, já moro sozinha, ficar longe dos meus amores seria procurar a morte. Minha vózinha de 95 anos de idade também continua vindo na minha casa. O vírus ainda circula, voltei a trabalhar mas, os cuidados ainda são rigorosos porque faço parte do grupo de risco. Nunca fiz tanto crochê na minha vida. Muita produção, incessantemente. Colada na TV, tudo para não sentir na veia o problema. Conheço toda a programação de vários canais abertos, pq eu não fiquei bitolada no assunto da pandemia. O isolamento da cidade onde estou morando é muito saudável nessas horas, sqn (só que não). O povo de lugar simples, se cuida menos e também não se preocupa muito com o próximo. Hoje o mundo experimenta o que muitas pessoas já conhecem faz um bom tempo, a solidão. Sou cristão e os crentes criticam muito o fato d eu não congregar. Hoje as igrejas não podem abrir, e todos assistem LIVES de seus pastores. eu não, porque aqui nesta cidade eu não consegui internet fixa. Meus dados eu utilizo nos meus crochês, para não enlouquecer. Estamos vivendo a ansiedade de ir para a praia, eu então, a ansiedade de ir nos museus. Mas, jamais reclamo. Estou agarrada na fé, que Deus vai mudar estas coisas. Perdemos amigos para este vírus que veio da China. Esta lembrança nunca vai se apagar de nossas lembranças. Meu aniversário não comemorei da forma que eu queria, mas minha irmã e o marido da minha mãe estiveram comigo, e foi muito bom estar com alguém, pessoas tão agradáveis. As redes sociais nestas horas ajudam muito a passar o tempo. Tecnologia a serviço da vida. 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

MAXI SHOPPING Jundiaí



É muito grande mesmo. Tem até pista de patinação, qual não consegui ir por estar muito cansada. Almocei ali, e quero avisar que em Jundiaí tem 3 shoppings center, então saiba que não é uma pequena cidade. Lá é bem policiado e uma cidade muito limpa. Para mim foi um passeio gostoso e muito diferente. 

ESPAÇO CULTURAL DO VINHO - Jundiaí





Fiz uma degustação de alguns vinhos para levar um de presente para minha vózinha. Leve endereço completo de alguém que você considera muito, lá tem cartão postal assinado pela família Brunholi, você escreve, coloca na caixa de correios lá mesmo, e eles enviam para qualquer lugar até mesmo fora do Brasil. Uma agradável surpresa. 
Lá tem Pomar, um restaurante a la carte, um ambiente lindo e familiar. 



Museu Histórico Cultural de Jundiaí

 Jardim atrás do Museu

 Lindo Jardim

Museu com exposição de presépios de artistas da localidade

O menor presépio

Ainda no centro histórico, visitei o Museu e a exposição de presépios foi muito interessante (lembrando que fui dia 23 de dezembro. Muita arte, tirei muitas e muitas fotos. O povo da cidade é muito educado. 

VIAGENS - JUNDIAÍ-SP parte 1

O primeiro quarto do hotel Paris, depois por causa do transito de casais pedi para mudar de quarto, e passei para a pousadinha deles. Amei, mas a foto não ficou legal por lá. Reservei este quarto para 2 noites pelo Booking. 

Praça no centro Histórico, na Barão de Jundiaí

Igreja Nossa Senhora do Desterro, muito grande, muito linda.


Quero marcar meu blog com um novo tempo. Claro que eu não ganho tão bem para viajar o tempo todo. Hospedagem, alimentos, passeio, enfim tudo vai dinheiro. Aqui vou contar como foi desde a partida da cidade de Mogi das Cruzes para Jundiaí. De Mogi peguei o trem que foi até a estação Luz. Lá na Luz tomei o metrô e desci na Rodoviária Tietê. Lá embarquei no ônibus que eu já tinha comprado a passagem pela internet (Fênix). Desci em Jundiaí. Na rodoviária perguntei onde eu poderia embarcar num UBER, e a moça falou que de um lado de lá era só Uber. Fiz amizade com Nei, pessoa finíssima, ponta firme, qual falei de minha necessidade e fechei com ele por 2 dias. Ele me deixou na frente do R$ 1,00 (comida popular). Ótimo, comecei economizando. A comida era boa, mas não voltei no dia seguinte por causa da forma que jogaram a comida no meu prato, parecia que estavam jogando carne pra cachorro lá no fundo do quintal. Depois do almoço fui para o hotel que fica ali mais para frente. Depois de me hospedar, tomar um banho, si de novo e fui para o centro histórico que ficava perto do R$1,00. Puxa vida, que loucura aquele centro. Passei na praça, fui visitar a igreja católica (quero lembrar que sou evangélica, mas licenciada em história, logo gosto de conhecer tudo). Uma decoração no estilo "Michelangelo" realmente muito linda para quem aprecia artes e para quem professa àquela fé. Continuarei mais 2 postagens falando sobre esta maravilhosa viagem que fiz sozinha e Deus muito me visitou.